Patricia Dancieri Martinelli - Psicóloga

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Psicóloga CRP 06/85275

 

Infantil
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Adolescente
Sim a partir de 12 anos
Adulto
Sim
Idoso
Sim
Casal
Sim
Família
Sim (até 2 pessoas)
Abordagem
Terapia Comportamental
Atendimento
Depressão
Ansiedade
Timidez
Insonia
Transtorno Alimentar
Orientação profissional
Sexualidade (transtornos sexuais)
Acompanhante terapêutica (AT) – atendimento extra-consultório
Habilidades Sociais
Dificuldade de relacionamento (amoroso,pais, trabalho, amigos,etc)
Dificuldade de se organizar
Síndrome do pânico
TOC - Transtorno obsessivo compulsivo
Transtorno bipolar
Fobias
Baixa auto-estima
Ciúmes
TDAH
Stress
Luto
Depressão pós parto
Etc

Psicóloga Comportamental

Formação acadêmica:

  • Formada em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
  • Psicóloga clínica com especialização em Terapia Comportamental pelo Núcleo Paradigma de Análise do Comportamento.
  • Formação em Psicologia Social das Organizações pelo Instituto Sedes Sapientiae

Atuação:

  • Psicoterapeuta individual: adolescentes, adultos e terceira idade.
  • Terapia de casal
  • Psicoterapeuta de grupos.
  • Acompanhante terapêutica (AT) – atendimentos extra-consultório.
  • Orientação profissional.
  • Sexualidade (transtornos sexuais)

Por que procurar um terapeuta e não conversar com um amigo?

Acredito que o processo terapêutico consiste na relação entre uma pessoa que procura ajuda e outra que está disposta a ajudar, tem conhecimentos teóricos, preparo e instrumentos para tal. Além do psicólogo ter uma formação específica para poder acolher e intervir nas mais diversas questões que os pacientes possam trazer para o consultório, há o diferencial do psicólogo ser uma figura neutra na vida daquele paciente e, por conta disso, consegue ter uma visão mais abrangente das situações.
Poderíamos dizer que as sessões acabam se configurando em um bate-papo no qual terapeuta e paciente vão se conhecendo, o paciente vai se sentindo mais à vontade com o passar das sessões para se colocar e falar de questões bastante íntimas e, na minha experiência, já pude verificar que, de repente, o paciente se percebe falando de questões sobre as quais jamais falou com ninguém e que pensou jamais ser capaz de compartilhar com um outro ser humano. No entanto, ali, no consultório, um ambiente neutro e acolhedor, ele se sentiu à vontade e seguro para contar questões delicadas e muitas vezes sofridas da sua história. E com isso, durante o processo o paciente vai descobrindo significados, dando sentido para sua vida e para as suas experiências.
Muitas vezes as pessoas buscam a terapia procurando alívio para o seu sofrimento e melhor qualidade de vida. Durante as sessões, terapeuta e paciente vão juntos compreendendo porque determinadas coisas (que incomodam o paciente) estão acontecendo e pensam em novas alternativas/possibilidades para lidar com tais questões de forma que traga uma maior satisfação e bem estar para o paciente.
No ambiente terapêutico, não existe certo ou errado. Não é um ambiente de julgamento. Existe sim o que o paciente julga que é melhor para si, naquele momento da vida dele. Se fosse em outro momento, ele poderia pensar de uma outra maneira e ter um objetivo diferente para si. Além disso, a terapia é um local para se falar do passado, do presente e do futuro, pois tudo isso compõe a história de vida daquele paciente que está em processo terapêutico.
Pude perceber ao longo da minha trajetória enquanto terapeuta o poder da relação entre terapeuta e paciente, uma relação que vai sendo construída ao longo das sessões, uma relação afetiva e de confiança, como instrumento fundamental para que as mudanças de fato aconteçam na vida do paciente.
A terapia é um recurso que todos podem buscar ao longo da vida: seja para resolver problemas de relacionamentos (com chefe, filhos, marido/mulher, namorados, amigos...), dificuldades sexuais, insegurança, medos, timidez, estresse, distúrbios alimentares, indecisões, ansiedade, fobias, questões profissionais, dificuldade de se colocar e ser assertivo, entre outras queixas. Em alguns casos, no entanto, não há uma questão específica no momento, mas o paciente quer se conhecer melhor, entender como é o seu padrão de funcionamento nos mais diferentes contextos da sua vida, buscar um maior auto-conhecimento, enfim, refletir sobre sua vida, valores pessoais, objetivos de vida.
A terapia, portanto, tem a possibilidade de propiciar que o paciente se torne mais autônomo, para que ele possa lidar com sua vida de uma maneira mais consciente, saudável e responsável por suas escolhas.


















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*Ajuda emocional: O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo